terça-feira, fevereiro 07, 2006

 

Momento de poesia...

Quer seja curto ou comprido,
Quer seja fino ou mais grosso,
É um órgão muito querido,
Por não ter espinhas nem osso.

De incalculável valor,
Ninguém tem um a mais,
E desempenha no amor,
Um dos papéis principais.

Quando uma dama lhe toca,
Ei-lo a pular com fervor,
Se for um rapaz, estremece,
Se for velho, tem menos vigor.

O seu nome não é tão feio,
Pois tem sete letrinhas só,
Tem um R e um A no meio,
Começa em C e acaba em O.

Nunca se encontra sozinho,
Vive sempre acompanhado,
Por outros dois orgãozinhos,
Junto de si, lado a lado.

O nome destes, porém,
Não gera confusões,
Tem sete letras também,
Tem L e acaba em ÕES.

Pra acabar com o embalo,
E com as más impressões,
Os órgãos de que eu falo...
São o coração e os pulmões!

Comments:
ehhhhh
 
poesia enganosa...lol, com uma dose de pimenta...desculpa !!! a minha imaginação é que anda fertil eh eh eh
bjocas
 
Ah desgraçado.....

Jinhus
Ana
 
Nada como a poesia para nos fazer sonhar... e confundir...

;))beijino
 
Nego-me a comentar poesia... é o meu trabalho diário! Para além de que eu sou sempre do contra...
beijokas
p.s- tou com mau feitio
 
Onde é que copiaste isto?
Desde quando é que és poeta?
Ehehehehe....
 
Gostei.

http://multimilionario.blogspot.com
 
Tens aqui um espaço engraçado :)
Beijinhos
 
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